BrasilDados foram divulgados através do Banco Central na próxima quarta (16/9). Houve importante retração da agricultura: 1,2%16/09/2026 09:19
, atualizado 16/09/2026 09:35
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFotoO Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,2% no mês de julho na comparação com junho. As informações foram divulgados através do Banco Central (BC) na próxima quarta (16/9).
A agropecuária recuou 1,2% e a indústria 0,4%. Já o setor de serviços ficou estável, com variação nula (0,0%).
No mês de junho, na comparação com maio, houve queda de 0,6%. No trimestre terminado no mês de julho (maio, junho, julho), também houve queda, de 0,3%.
Para chegar ao resultado, o Banco Central fez ajuste sazonal (cálculo que remove as flutuações sazonais de uma série temporal para comparar momentos diferentes).
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Entenda o IBC-Br, a “prévia do PIB” O indicador é tido uma prévia do Produto Interno Bruto. O IBC-Br incorpora estimativas de crescimento para os setores agropecuário, industrial e de serviços. O cálculo é feito com ajuste sazonal, o que permite comparar momentos diferentes. IBC-Br é uma das ferramentas usadas através do Banco Central para definir a taxa básica de juros do país, a Selic.
PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Uma alta significa que a economia está crescendo em ritmo bom, enquanto um recuo implica encolhimento da produção econômica da nação. Na comparação com julho do ano passado, o IBC-Br teve elevação de 1,1%. Em 12 meses, o indicador do BC apresentou aumento de 1,5%. No ano, a chamada “prévia do PIB” registrou expansão de 1,5%. Todas essas variações foram calculadas sem ajustes sazonais.
PIB tende a desacelerar em 2026 Parte das previsões para o PIB de 2026 indicam desaceleração na economia devido aos juros altos e ao atual patamar da inflação, fatores que continuam preocupando a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em 2025, a economia avançou 2,3%. O governo federal esperava repetição do desempenho, mas já adiantou que revisa a previsão “com viés de baixa”.
O anúncio da mudança na previsão veio depois de a difusão do resultado do PIB do segundo trimestre deste ano, que veio com valor de 0,5%, o que representa desaceleração ao trimestre anterior, quando houve avanço de 1,1%. O dado foi divulgado através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 1º.
O Banco Central, bancos e outras instituições financeiras têm previsões mais modestas que os 2,3%. Elas partem de 2%, em sua maioria.
Em atualização.
Com informações de Metropoles

